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27 de jun. de 2010

Estão guardados.

Assim como o seu anel, como o papel de chiclete, e como o seu moletom branco, que inclusive, estou vestindo agora... venho guardando todos os seus sorrisos, o seu cheiro, suas palavras, seus toques. Venho guardando cada pedaço do seu rosto, cada parte do seu corpo, cada toque, cada beijo... venho guardando ainda, a cor dos seus olhos, e todos os fios do seu cabelo... Por último guardo todo o seu amor, junto ao meu, numa gaveta, que a propósito perdi a chave. E quer saber, se a encontrarem, não a quero, nem hoje, e nem dia nenhum.

Quanto a tudo o que guardo, não preocupe-se, eu cuidarei tão bem, como ninguém nunca cuidou... e nem cuidará!

Luanne Queiroz.

4 comentários:

Macaco Pipi disse...

O QUE É NOSSO FICA ETERNO!

Caroline disse...

Ahh... que bonito. E é assim quando amamos muito alguém ou alguma coisa.

Gabriel disse...

Gostei do seu blog, senhorita escritora. Guardou tudo numa gaveta e perdeu a chave? Não seria melhor tê-los jogados fora, então?

Ultimamente, decidi que, quem sabe não consiga amar tanto quanto sei fingir? Talvez esteja me permitindo =]

Beijo pra ti.

Anônimo disse...

Muito bom o texto!
o blog é legal! xD

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